Narrativa sobre a mostra Sur la Route/Na estrada

Sur la Route/Na estrada não pôde ser fotografada. As obras que compõem a mostra são como aquelas modelos de agências profissionais. A gente tem quase que pagar para fotografar. E se por acaso algum paparazzi consegue um furo, vixi… que briga feia. Entram os direitos autorais, os processos… Cada coisa de gente famosa!

Mas gente e arte são siameses. Tem gente que é arte, tem arte que é gente. Gente produz arte e arte produz gente. A arte é feita para gente. Um não vive sem o outro. O bom artista não esconde a arte. Ela é feita para os outros, para ser compartilhada. O que seria o surrealismo se Salvador Dali fosse egoísta? A nouvelle vague seria tão genial se François Truffaut fizesse filmes só para si? E se Mozart criasse as partituras e as escondesse do mundo? Meus exemplos vão longe para chegar ao que é perto. No Museu do Louvre, em Paris,  se fotografa, no ECCO , em Brasília, não.

Apresento agora, Sur La Route/Na estrada, a mostra de arte contemporânea que abraça Brasil e França como uma única nação. Mostro o que vi, ou melhor, a parte que me permitiram ver de cada artista.  Na arte não há preconceitos.

 

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Mariana Rosa

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